
Quero expor meus versos
Abrir o peito e entregar-me a devaneios
Mas, tenho e peso da inércia
Que contorna as curvas do pensamento
Aprumo o leme e inflo as velas
Serpenteio em altas ondas
Na tentativa de tomar meu rumo
Ah! Oceano profundo
Indomável força que aprisiona
Seque tuas marés... espelhe tuas águas
No crepúsculo da alma
Dentro de um extinto vulcão
Das letras tomo posse... dos versos faço meus
E quando a noite vem, me cubro de poesia
Ruth Maria Perrella
M@ria
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