
Não quero que a vida
Me pegue na estrada
Qual folha caída,
Perdida no vento.
Nem quero que o tempo
A correr lá fora
Nas asas da tarde
Me faça partir.
Há um desejo estranho
De sonho e de luzes
Nos olhos da face
De quem quer viver.
E a flor despetala
Nas mãos de quem perde
Por força dos fatos
A vez de sorrir.
Por isso é que tento
Compondo meus versos
Ouvir nos espaços
As vozes do ser...
Vagar pelas tardes
E pelos canteiros
No pólen das almas
Que podem sentir.
(Genildo Mota Nunes)
Me pegue na estrada
Qual folha caída,
Perdida no vento.
Nem quero que o tempo
A correr lá fora
Nas asas da tarde
Me faça partir.
Há um desejo estranho
De sonho e de luzes
Nos olhos da face
De quem quer viver.
E a flor despetala
Nas mãos de quem perde
Por força dos fatos
A vez de sorrir.
Por isso é que tento
Compondo meus versos
Ouvir nos espaços
As vozes do ser...
Vagar pelas tardes
E pelos canteiros
No pólen das almas
Que podem sentir.
(Genildo Mota Nunes)
RMoon
3 comentários:
Bom dia, meninas! Ai... meu Deus!, mal cheguei e me deparo com esta poesia lindíssima... assim é demais da conta.
E a flor despetala
Nas mãos de quem perde
Por força dos fatos
A vez de sorrir.
*Oh My God!
Beijinhos
Glória
Ramalhete de versos
Florando-me os pensamentos
Sorrindo minh'alma...
Agradece!!!
Abração carinhoso e o meu beijo
no coração de vocês!!!
Iza
Agradecemos o carinho de voces.
Beijos na alma!
Boa Noite.........M@ria
Postar um comentário