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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Flores

Não quero que a vida
Me pegue na estrada
Qual folha caída,
Perdida no vento.
Nem quero que o tempo
A correr lá fora
Nas asas da tarde
Me faça partir.
Há um desejo estranho
De sonho e de luzes
Nos olhos da face
De quem quer viver.
E a flor despetala
Nas mãos de quem perde
Por força dos fatos
A vez de sorrir.
Por isso é que tento
Compondo meus versos
Ouvir nos espaços
As vozes do ser...
Vagar pelas tardes
E pelos canteiros
No pólen das almas
Que podem sentir.

(Genildo Mota Nunes)
RMoon

3 comentários:

Glória Müller disse...

Bom dia, meninas! Ai... meu Deus!, mal cheguei e me deparo com esta poesia lindíssima... assim é demais da conta.

E a flor despetala
Nas mãos de quem perde
Por força dos fatos
A vez de sorrir.

*Oh My God!

Beijinhos
Glória

Retalhos de Amor disse...

Ramalhete de versos
Florando-me os pensamentos
Sorrindo minh'alma...
Agradece!!!

Abração carinhoso e o meu beijo
no coração de vocês!!!
Iza

M@ria & Reggina Poesias disse...

Agradecemos o carinho de voces.

Beijos na alma!

Boa Noite.........M@ria