
Quando à noite desfolho e trinco as rosas
É como se prendesse entre os meus dentes
Todo o luar das noites transparentes,
Todo o fulgor das tardes luminosas,
O vento bailador das primaveras,
A doçura amarga dos poentes,
E a exaltação de todas as esperas.
Sophia de Mello Andresen
M@ria
3 comentários:
Meus Deusss, Maria... todas as bênçãos pra você... ufffa... haja coração pra te ler!
Beeeijos
Glória
*obs: e eu aqui com essa tarde chuvosa só pensando "em tomar um bom chocolate quente" acompanhada pelas maravilhosas poesias dos meus queridos e talentosos amigos.
Obrigada Glóriaaaaaaaaaaa
Voce é um encanto.....AMO VOCEEEEEE
Beijos na alma........M@ria
Outro lindo blogger, não tem como não seguir.
Abraços
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